Parada por mais de meia hora em uma fila de supermercado, tentei me distrair fazendo todo o tipo de piada sobre coisas e pessoas visíveis para não sucumbir ao tédio. Foi quando avistei alguns livros de bolso...
Radicci,
Agatha Christie,
Castro Alves,
Tapejara,
Machado de Assis,
Garfield e...
Kafka.
Sabendo que a obra de Kafka é muito comentada e que influenciou muitos escritores, intrigou psicanalistas e se desdobrou em peças de teatro, peguei referida obra para ver-lhe o preço - claro, pode ser importante, mas nem tanto que seja necessário financiar - felizmente custava menos que uma revista que costumo comprar. Assim, influenciada principalmente por
Inimigos do Rei (Uma barata chamada Kafka), e por
La Tabaré (El Kafkarudo), comprei-o-o.
Sobre a obra tenho a dizer apenas que agora entendo melhor as letras dessas músicas e que não concordo (quem sou eu...) com muitos dos comentários do tradutor. Fora isso, não mudou minha vida mas, do mesmo modo que
Madame Bovary, criou imagens marcantes que vêm à tona em várias situações cotidianas.
E, como tudo que faço, dei uma pesquisada na internet e, como sempre parece acontecer, encontrei algo interessante. No caso, uma solução diferente para o problema do personagem central (clique para ampliar) que tirei
daqui: